Summoner Wars e Ohmtar para o Natal

Quer ganhar um presentão de natal esse ano? Então participe do sorteio que o ForjaRPG e o Paragons estão fazendo e concorra ao sorteio de um Summoner Wars e um Ohmtar. Basta clicar em “Participar”, mas atenção! Você precisa ter curtido as fanpages do ForjaRPG, Paragons, Galápagos Jogos e Omhtar para poder receber os prêmios. Não perca a chance e curta logo! http://www.facebook.com/ForjaRPGhttp://www.facebook.com/paragonsrpghttp://www.facebook.com/Ohmtarhttp://www.facebook.com/galapagosjogos

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ForjaCast #3 – Criação de Personagens

Saudações aventureiros! Voltamos para mais um episódio do Forja Cast, dessa vez para falar sobre algo que todos os grupos passam mas que nem sempre recebe a atenção devida: a Criação dos Personagens. Dessa vez nós batemos um papo com o Fabiano “Chikago” Saccol e falamos do papel que o mestre tem durante a criação de personagem, a criação de grupos coesos, o chamado “player buy-in” que é tão necessário para que a campanha funcione, e também conversamos um pouco da criação da situação ou aventura, levando em conta os personagens. Não esqueça de assinar o Feed: http://feeds.feedburner.com/Forjacast e não deixe também de dizer o que achou nos comentários. Até a próxima!

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Gerador de cidades absurdamente detalhado

Se existe um recurso muito interessante, e não sei até que ponto extremamente útil para alguns anfitriões de jogos quando preparando suas sessões, são os geradores aleatórios. Quando comecei a aventurar-me pelo fantástico mundo dos Lamentos da Princesa Escarlate (LotFP), encontrei um gerador de cidades fantástico e que utilizei para gerar a taverna o Bardo Lavrador. Na verdade, eu gerei a cidade e a taverna foi detalhada depois. Pois bem, já havia algumas semanas que eu tentava reencontrar este gerador e finalmente o encontrei e para deixar registrado, além de salvá-lo em minha lista de favoritos, vou compartilhar com vocês aqui também. O Mathemagician não é bonito, mas é extremamente funcional e completamente completo! E cheguei até ele por meio deste artigo do The Contemporary Quixotism. Além do gerador de cidades, é possível divertir-se com o gerador de tesouros e de clima (este segundo me interessa muito também).

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Mesa de Encontros #1

Saudações leitores do ForjaRPG. Convidado pelo Daniel Nóbrega, criador do RPG Lajedos e Lagartos, participei do Mesa de Encontros – Episódio 1, um hangout no qual a pauta é definida na hora a partir de uma tabela old school e que deixa os participantes com as calças nas mãos… quase que literalmente. Além do Daniel, participaram também o Matheus Medvedeff (é sobrenome mesmo), o Insone Fernando Afonso e este que vos escreve. Confiram este episódio muito louco onde falamos de Armaduras e Criaturas Silvestres.

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Técnica de Jogo: Bang

Saudações, leitores! Este artigo é sobre uma técnica de jogo que foi apresentada por este nome e desta maneira pelo Ron Edwards em seu sistema Sorcerer, mas é algo que todos os mestres fazem em seus jogos, muitas vezes sem perceber. Mas ao explicar e exemplificar a técnica, fica mais fácil aplicá-la em jogo e utilizá-la para preparar sessões de jogo mais interessantes. E nada tema, pois o assunto nada tem a ver com teoria. 🙂 O que são Bangs? A definição de bang é bastante simples. Bangs são situações dramáticas que acontecem durante o jogo que criam momentos de decisão para os personagens, cujo resultado da ação dos jogadores não foi pré-planejada, e que promove o desenvolvimento ou diz algo importante sobre os personagens. Em um estilo mais tradicional de jogo, estamos acostumados a “criar ganchos para os personagens” para inseri-los dentro da história que foi planejada. Muito se fala sobre como melhorar a “isca do anzol”, mas a intenção é sempre obter uma reação já esperada dos jogadores. Isso difere dos bangs em um sentido fundamental: você não deve saber ou planejar como os personagens irão reagir a um bang. Isso não significa que você não pode sequer pensar nas possibilidades, mas sim que você não deve fazer situações onde apenas uma opção é viável para os jogadores. Então, se você souber como os jogadores irão reagir, não é um bang. Bangs também não são apenas obstáculos ou […]

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Sucesso e Falha Críticas em Dungeon World

Dungeon World é um sistema de RPG já bem comentado por aqui, seja nos artigos seja no ForjaCast#2 e traz um sistema bem interessante. Ao realizar uma ação na qual o mestre acredite haver a necessidade de uma jogada de dados, os jogadores jogam 2D6 e somam o valor com o modificador de atributo relevante, podendo esta ação ter três consequências básicas: 10+ o personagem é bem sucedido na ação; 7-9 o personagem é bem sucedido, mas este sucesso acarreta algum tipo de custo; 6- o personagem falha (ou não, mas algo ruim acontece). Numa conversa com alguns jogadores que estão fazendo o playtest comigo, foram levantados as seguintes questões: A margem para falha é muito grande; Não existem consequências para resultados 2 e 12 nos dados. Quem já experimentou o sistema, o que me diz? Alguém já levantou essas questões? Vocês concordam? Sugerem alguma coisa?

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One Piece Day

A Cia Cosmos de Teatro orgulhosamente apresenta seu primeiro evento cultural para fãs de todas as idades: Dias 5 e 6 de Janeiro de 2013 COSMOS – ONE PIECE DAY – “Um tributo a obra de Eichiro Oda” Eu só acho que a pessoa que possui a maior liberdade no oceano é o Rei dos Piratas.” – Monkey D. Luffy Tendo esta frase em mente daremos a vocês uma amostra das aventuras de One Piece. O evento trará partes de cada um dos oceanos de One Piece já conhecidos. Vamos juntos comemorar esta que é, sem dúvida, a melhor série de mangá-anime já produzida. Mas nem por isso estaremos presos a uma única obra. Sinta-se a vontade para curtir o evento como desejar: Naruto, Bleach, tokustasus, riders, geeks, otakus, cosmakers… Seja qual for sua tribo, nacionalidade, idade sejam BEM-VINDOS ao nosso mundo! Arigatou Oda Sensei! Por: Thiago Oliveira O evento contará com a participação do John Bogéa (Abismo Infinito, Terra Devastada) e do Guilherme Moraes (Retropunk).  PARTICIPEM!

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ForjaCast #2 – Dungeon World

Saudações aventureiros! Voltamos finalmente com o segundo episódio do ForjaCast, e dedicamos os 34 minutos do episódio para falar sobre o Dungeon World. Demos uma visão geral do sistema, com muitos comentários das partes que mais gostamos do sistema, que com certeza será muito útil para conhecer esse futuro lançamento da Secular aqui no Brasil. Se você tem interesse por D&D e está procurando uma forma diferente de jogar, não deixe de conferir. O Dungeon World pode ser exatamente o que você está procurando! Você pode comprar o PDF versão final no RPGNow, mas como o texto é completamente Creative Commons, também pode ler o livro completo online nesta página indicada pelo João Mariano pelo twitter. Já postamos sobre o Dungeon World Guide aqui na Forja, e não deixe de visitar também o site oficial e seu movimentado fórum. Não esqueça de assinar o Feed: http://feeds.feedburner.com/Forjacast e não deixe também de dizer o que achou nos comentários. Até a próxima! [display_podcast]

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Dungeon World e o Dragão de 16 PVs

Este texto abaixo foi postado no fórum do Dungeon World, e reproduzido no blog do Sage LaTorra como um excelente exemplo do DW em ação. Ele foi escrito para explicar por que os dragões do sistema tem apenas 16 pontos de vida e ainda sim são aterrorizantes, mas eu achei o relato tão empolgante que vale a tradução. Nós todos já jogamos um monte de video games e RPGs “clássicos” (com os clichês tradicionais de fantasia) que nós fomos ensinados que lutar com monstros é uma questão de fazer arranhões suficientes nele até que ele caia enquanto você permanece vivo fazendo isso (pense em World of Warcraft ou Final Fantasy). Mas em Tolkien, Smaug destruiu vilas, matou milhares, porém foi morto com uma única flecha posicionada corretamente em uma escama faltante. Pense nestas lutas mais em termos de literatura e ritmo do que o clássico “eles tem X pontos de vida e nós precisamos acertar Y vezes com Z acertos para eles caírem”. O problema neste contexto é que não tem nenhuma preocupação com a ficção, isso é uma solução mecânica (uma simulaçã) de uma espada fazendo um dando consistente, e escalando os PVs do monstro para fazer com que a mesma ferramenta (uma arma) seja aplicada a qualquer problema (um monstro qualquer). Eu tinha este problema. Eu não acreditei quando li que um DRAGÃO tem 16 pontos de vida (um ranger nível 1 pode fazer isso em uma jogada […]

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Monge v5.0

E eles apareceram! No dia 13/11 a Wizards of the Coast adicionou ao documento de classes do seu pacote de playtest ninguém menos que o Monge. A classe usa dados de expertise e possui manobras, da mesma forma que o guerreiro e o ladino. Além disso, a classe tem o Ki, que lhe permite realizar alguns feitos, como atordoar o inimigo no primeiro nível. O poder do Ki é diário, mas a classe ganha outras utilizações no 3º, 6º e 9º níveis. O monge continua sendo aquele carinha que bate com as mãos nuas (causando 1d6 de dano no primeiro nível), embora saiba usar muitas armas, luta sem armadura – enquanto estiver sem armadura sua CA é igua a 10 + mod. Des + mod. Sab, recebe algumas perícias devido o seu treino monástico. O monge bate bem, seu bônus de ataque é igual ao do guerreiro (+3) e começa o jogo com as Manobras Meteoro de Pégasus Flurry of Blows  e Step of the Wind que o permite movimentar-se mais rápido, inclusive com alguns efeitos especiais, como por exemplo, andar sobre a água como parte do movimento quando for capaz de gastar pelo menos 3 dados de expertise para acelerar seu movimento, o que só acontece no 10 nível. Já com o Meteoro de Pégasus Flurry of Blows o personagem pode realizar um ataque extra por dado de expertise gasto. Mais uma classe, mais um tempo para testar e reportar.

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