Os mais acessados em março

Neste mês de março o Trampolim RPG mais um vez conseguiu galgar algumas posições em relação aos números de acessos, saindo dos 4.000 acessos em fevereiro para mais de 5.500 acessos em março. O número pode não ser expressivo para os grandes sites, mas como digo, o Trampolim RPG nasceu sem pretensões e conseguir este número de acessos em um mês, para mim é uma grande vitória. Deixo meu MUITO OBRIGADO a todos os leitores do TrampolimRPG que tem lido e comentado as matérias, que tem aguentado os floods no twitter é dizer que estou sempre a disposição para receber sugestões de matérias. Claro que não não poderia deixar de colocar esta mensagem da Wizards enviou no twitter no dia 19/03/10, mensagem que me encheu esse simplório blogueiro de pernas: @Wizards_DnD Portuguse translations of popular #dnd articles by @franciollisilva http://trampolimrpg.com.br Vamos as 10 matérias mais acessadas de acordo com o Google Analytics no mês: Gerenciador de combate D&D 4th Edition Os 5 maiores vilões de D&D D&D 4E Hard Mode é Old School 4ª edição sem classes Acessórios: matrizes de combate Guia do mestre para lidar com tesouros Organizando eventos Masterplan [P1] História dos jogos Trampolim em João Pessoa Divirtam-se com a leitura, obrigado por lerem o Trampolim RPG e ótimo feriado para todos.

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Elementos de um bom jogo [P2]

Texto original: Elements of a good game. Part 2Postado em: 26 de março de 2010Autor: KrystalSite: Dungeon Mastering Ilusões – como você pode usá-las e como usar “Descrença”. Dungeon Master Guide 4ª Edição p. 68: Ilusões podem imitar qualquer terreno. Criaturas que percebam que um objeto seja uma ilusão ignora seus efeitos, enquanto aquelas que não percebem a verdade por trás da ilusão reagem normalmente. Use os resultados de Intuição Passiva dos personagens para determinar se eles percebem algo “errado”, mas não permita que eles façam jogadas ativas sem uma boa razão. Este é o texto introdutório sobre ilusões para a 4ª Edição e como ele explica o uso de algo similar a “descrença”. Na página 42 do DMG também tem uma tabela que pode ajudá-lo com as Classes de Dificuldade. Ilusões não causam dano efetivo ao personagem e a interação com ela deve proporcionar algo suspeito. As ilusões podem ser monstros, terrenos, objetos, muros e muito mais. Um monstro ilusório pode não ameaçar o personagem ou talvez o faça, mas isso cabe a sua honestidade. Quando o personagem interage com a ilusão e reage de forma apropriada, as pessoas que não vêem a ilusão o acharão louco (ou podem ser inteligentes o suficiente para perceber que ele está sendo vítima de uma ilusão). Elas podem ser extremamente assustadoras e pode agir na mente dos personagens causando alguma forma de insanidade, talvez a ilusão não seja um monstro, mas algo […]

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Elementos de um bom jogo [P1]

Texto original: Elements of a good game. Part 1Postado em: 24 de março de 2010Autor: KrystalSite: Dungeon Mastering Em meu artigo “DMing Muse” eu mencionei alguns poucos elementos que são muito interessantes de serem colocados nos jogos de D&D, então decidi que “espere um minuto, também vai ser legal falar sobre isso!” Então, cá estou eu novamente! Alguns dos elementos que eu mencionei no artigo são armadilhas, monstros, NPCs amigáveis, NPCs não amigáveis, ilusões, locais, quebra-cabeças, labirintos,coisas atraentes, itens, trama, estórias, combates. Eu irei entrar em mais detalhes sobre estas coisas e talvez adicionarei mais alguns.  Então vamos começar! Armadilhas, onde, quando e como? Armadilhas são um dos aspectos mais negligenciados do jogo. Você rola um dado, vê a armadilha, rola outro dado e a desarma. Mas e a maravilhosa dinâmica das armadilhas bem feitas? Você é um gênio, e é hora de colocar essa habilidade criativa para funcionar. Seus jogadores são muito espertos e apenas rolar um dado não é suficiente! Deve haver mais do que isso! Na verdade, existe. Primeiro, cria uma armadilha bem planejada¹. Eu li um livro a algum tempo que acredito ser um livro de AD&D que eu honestamente não lembro o nome, e neste livro haviam várias seleções de armadilhas e suas definições, como elas funcionavam, etc. Eu acredito que existam livros mais modernos que possam ajudá-lo, eu também procurei em sites por material que pudesse ajudar e encontrei este material, que está no […]

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Além dos números

Texto original: Make your characters more than just numbersPostado em: 23 de março de 2010Autor: AmeronSite: Dungeons Master ———- Alguns jogadores ficam felizes em jogar com personagens que são apenas números. Personagens definidos por seus valores excepcionais de atributos, altas defesas, grandes armas e impressionantes potencial de dano. Eu devo admitir que eu mesmo já joguei com personagens assim. Não há nada de errado com esse tipo de personagem a princípio, mas para campanhas longas você acabará querendo mais. Determine alguns conceitos sobre quem é o seu personagem além dos números. Este nível extra de detalhamento não é obrigatório, mas vai render dividendos com o tempo. O prazer que você tem em jogar com qualquer personagem está diretamente relacionado a quantidade de trabalho que você coloca na criação e definição dele. Se você não está interessado em fazer mais do que o mínimo necessário para criar o personagem e levá-lo para o jogo, este artigo não se aplica a você, mas se você estiver interessado realmente em fazer seus personagens indivíduos únicos, então nós temos alguns recursos para ajudá-lo a caracterizar o seu personagem. Nós exploramos o alguns arquivos do Guia do Mestre que ajudarão você a adicionar profundidade aos seus personagens e agrupamos em cinco categorias distintas. Quantos mais aspectos você explorar em seu personagem, mais real ele parecerá e quanto mais você conhecer seu personagem, mais divertido será jogar com ele. Aparência Se estamos falando sobre sua aparência […]

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Terreno difícil – observando mapas táticos

Texto original: What constitutes dificult terrain: a look at tactical mapsPostado em: 26 de março de 2010Autor: WimwickSite: Dungeon’s Master Se você procura por inspiração para criar mapas de encontro, eu posso fazer uma recomendação? Faça uma trilha. É isso mesmo, sai para ver a natureza. Vá a fonte e veja como as coisas realmente são. Então decida se faz sentido um quadrado ser terreno difícil ou não. Uma folhagem leve realmente proporciona cobertura? Se você realmente quer uma resposta para estas e outras perguntas, dê uma volta na floresta mais próxima da sua casa. Seus olhos se abrirão para um novo conjunto de possibilidades e você poderá descobrir um novo passatempo. Eu estava fazendo uma trilha com Sterling e nós estávamos fazendo um percurso da Trilha Bruce. Quando passamos por um pequeno rochedo, um de nós comentou que aquele era um ótimo local para uma emboscada. Outro perguntou quantas rodadas nós achávamos que levaria para correr até o rochedo e escalá-lo? A partir deste ponto a conversa fluiu para análise do terreno, a densidade das árvores e quanta cobertura elas proporcionavam. Muitos encontros em D&D 4ª Edição que eu tenho visto não tem usado um mapa grande o suficiente para representar o terreno e o espaço no qual poderia realmente ser jogado. Isso é especialmente verdade para encontros ao ar livre. Quando você considera a distância que uma flecha pode atingir, você percebe que os mapas são muito pequenos. No entanto, […]

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4ª Edição sem classes

Texto original: Classless 4EPostado em: 9 de março de 2010Autor: Matt JamesSite: Critical Hits Embora a 4ª edição de D&D seja feita de classes – que são uma parte intrínseca do projeto do sistema – você pode tentar algo novo na sua próxima campanha livrando-se de todas elas. Alguns sub-sistemas da 4ª edição irão permanecer, como aquelas para propósitos de multi-classe, bem como os talentos e poderes associados a eles. Mas para a maioria, você pode simplesmente escolher livrar-se de todas as classes. Criação de personagens O jogador irão escolher uma classe base. Isto será o fator delimitador que irá prevenir possíveis abusos em larga escala e manterá certos talentos como uma escolha viável (exemplo: multiclasse). Na criação do personagem e novamente quando os personagens ganham níveis, permita que eles escolham qualquer poder de uma lista de classe sem modificá-los. Naturalmente, eles ainda irão escolher poderes que complementam seus atributos, mas este desvio do sistema normal abre o jogo para uma variedade de combinações de poderes e habilidades. Você pode ser surpreendido com a forma que isso funciona a partir das escolhas dos personagens. Esse sistema abrirá novas opções e permitirá que os personagens quebrem os moldes normais de jogo que alguns da comunidade de D&D não são a favor. Com essa mudança no sistema, você achará que toda combinação a possível combinação irá inspirar seus personagens a criar personagens diversos e únicos. Abaixo algumas regras que eu sugiro. Como […]

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Guia do mestre para lidar com tesouros

Texto original: DM’s guide to dealing with treasurePostado em: 23 de março de 2010Autor: Jonathan DrainSite: D20 Source Eu estou jogando uma aventura de D&D com um tema baseado em Legend of Zhelda e o mestre está tendo alguns problemas na concessão dos mágicos. Isso me leva a pensar nos métodos de distribuição de tesouros. Em D&D 3ª edição, a distribuição de tesouros não é muito importante, ou seja, não existia uma forma “correta” de fazer essa distribuição. Se os jogadores não gostam de um item, eles podem vendê-lo pela metade do preço e comprar os itens que desejam. Dois itens não desejáveis se transformam em um item adequado para o personagem. Nem todo mundo gosta desse tipo de abordagem: isso leva a síndrome do supermercado mágico, o que reduz o realismo. Existem soluções para estes problemas. Na 4ª edição você não pode fazer uma distribuição descuidada dos itens mágicos, pois os itens são vendidos a 20% do valor total. Isso desestimula a venda dos itens, pois os jogadores precisam vender cinco itens para adquirir um item que eles desejem. Você não deve distribuir tesouros que os jogadores não usariam, mesmo que não seja realista o fato de todos os vilões empunharem as mesmas armas de haste obscuras que os personagens dos jogadores. Alguns jogadores também não gostam quando o tesouro é gerado aleatoriamente, principalmente quando eles precisam de um item que não aparece nunca, pois diferente dos MMOs, os personagens […]

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Organizando eventos

Sempre que rola um evento de RPG pelo Brasil, pipocam comentários nos blogs, fóruns, twitter, etc., em relação a não existência de eventos em uma cidade ou outra. O @DadosLimpos, do Dados Limpos, sugeriu no twitter uma matéria que abordasse a realização de eventos sob a perspectiva de quem os realiza, numa tentativa de ajudar pessoas que desejam criar eventos de RPG em suas cidades. No mesmo dia, após uma introdução a polêmica do D&D 4ª edição, @tionitro perguntou por que as pessoas não falavam de coisas que ajudassem a promover o nosso hobby e então, aproveitando todos esses ganchos e após ter participado do Dia Mundial de D&D em João Pessoa organizado pelo @danramos, @elisagen, @brain_storm, @ninoxxx entre outros, vou contar um pouco da experiência do Grupo Trampolim da Aventura. 1. Saia da zona de conforto Aqui no RN houveram vários eventos de RPG no passado, alguns memoráveis, mas a medida que as pessoas foram amadurecendo, deixaram de lado as idéias de organizar, principalmente após alguns problemas – que sempre existem – mas que nunca podem deixar organizadores de eventos se abater. Os bons tempos se foram e a cidade de Natal passou por um período de vacas magras em relação a eventos dedicados, nenhum mesmo, mas ao invés de reclamar, resolvemos criar os nossos eventos e até sair da inércia não foi fácil, pois sempre esbarrávamos num problema: tendemos sempre a criar mais dificuldades do que realmente existem. Dessa […]

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Trampolim em João Pessoa

O Grupo Trampolim RPG saiu do Condado e foi até a cidade de João Pessoa participar do Dia Mundial de D&D. Infelizmente as fotos que o amigo Tendson tirou não ficaram boas (ele insiste que minha máquina estava com problemas de configuração, mas a configuração era o fotógrafo) e nós não pudemos fazer o registro adequado. Saímos de Condado Natal por volta das 6 da manhã e após nos perdermos em João Pessoa, recorri a ajuda, ligando para o Daniel (@danramos) que orientou direitinho. Após um teste de Manha bem sucedido, conseguimos chegar ao local, onde o Daniel e a galerinha de João Pessoa já estava arrumando as coisas. Embora eu tenha saído de Natal, com mais três hobbits aventureiros (Hemerson, Leandro e Tendson), doidinho para jogar, acabei mestrando e só não achei a aventura melhor por tê-la lido apenas no dia anterior. Quando chegamos fui tentando me ambientar. O Daniel e o Nino (com quem conversei primeiro), nos deixaram muito a vontade e enquanto eu montava a mesa para jogar a aventura, os outros três hobbits aventureiros armavam as mesas para exposição dos jogos de tabuleiro, que foram escolhidos a dedo para o evento. Minha mesa foi a segunda a ser aberta e dos cinco jogadores (vou colocar seus nomes logo logo), dois jogavam 4ª edição e três deles pararam na v3.5. Gastamos um bom tempo explicando os poderes para os novatos e deixei eles bem a vontade para […]

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D&D Encontros: sessão 1

Até o momento não vi nenhum site brasileiro noticiar algo sobre o D&D Encounters, evento patrocinado pela Wizards of the Coast e que está ocorrendo em todo mundo. De acordo com o site da Devir, apenas 15 locais em todo o Brasil se registraram para realizar o evento, um número muito pequeno, que se deve – a meu ver – principalmente pela condição imposta para realização destes eventos, que é de terem de ser realizados em lojas. O site RPG do Mestre do @erickpatrick fala um pouco mais sobre o formato do evento. O Ameron do Dungeon’s Master fez um reporte da sua primeira sessão e aqui traduzirei os trechos mais relevantes de seu artigo. “D&D Encounters é uma campanha semanal e muito excitante onde os jogadores vivem um encontro épico por vez.” Eu joguei o primeiro encontro na noite passada e fiquei chocado. Foi cerca de duas horas para terminar o primeiro encontro e ele foi muito mais divertido do que a maioria das aventuras completas do LFR que eu já joguei. D&D Encounter é uma aventura dividida em 12 partes da Wizards of the Coast e é jogado um encontro a cada semana ao longo de 12 semanas. Ele mistura os melhores elementos da Campanha Viva de Forgotten Realms (LFR) da RPGA e o Ultimate Dungeon Delve (UDD). Todos os personagens começam no 1º nível e podem ganhar experiência suficiente para alcançar o 2º nível após completar 6 encontros. […]

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