Kindred: The Embraced

Saudações. Em meados dos anos 90 entrei em contato com o RPG, a princípio pelo clássico Advanced Dungeons & Dragons, publicado no Brasil pela Abril. Ávido por novos jogos, logo fui apresentado ao sistema Storyteller e como primeiro título jogado, aquele que fez tanto sucesso e gerou muitas polêmicas: Vampiro: A Máscara. O jogo, sem dúvida, era uma quebra de paradigma do que estávamos habituados jogando AD&D, com aventuras mais focadas em masmorras e dragões. A proposta do jogo era diferente. Jogadores interpretando os monstros, que tentavam a todo custo manter a sua humanidade e não sucumbir à Besta! Bem, pelo menos essa era a proposta do jogo, que acabava não se concretizando nas mesas, pelo menos não na maioria delas. Isso, é claro, gerou uma guerra de fãs que dura até hoje, embora alguns teoricamente tenham amadurecido e não se deixem levar pela clássica briga “D&D é só porrada” e “só se interpreta em vampiro” ou coisas do gênero. No ano de 1996 foi produzida uma série, Kindred: The Embraced, baseada no RPG e có-dirigida por Mark Rein-Hagen. A série só teve oito capítulos e girava em torno das dificuldades do Príncipe da cidade de São Francisco, Julian Luna em manter a Máscara e manter seus laços mortais. Para os fãs de Vampiro: A Máscara não direi que a série é obrigatória, mas vale a pena assistir, ainda que seja para dar boas gargalhadas. Em virtude do baixo orçamento, muitas […]

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Qual cenário apocalíptico é mais provável de acordo com a ciência?

Livros e filmes que servem como base para os cenários de RPG nos quais nos aventuramos, exploram, as vezes à exaustão, temas apocalípticos, mas do ponto de vista da ciência, qual cenário apocalíptico seria mais provável? O mundo como o conhecemos chegará a um fim, mas isso só deverá ocorrer daqui a uns 6 (seis) bilhões de anos, quando o sol, como uma gigante vermelha, atingir o seu tamanho máximo, vaporizar a atmosfera de nosso planeta e derreter completamente a crosta e o manto, engolindo em seguida o núcleo. Quando isso acontecer, não estaremos mais aqui para vislumbrar este processo devastador. As chances de que mudanças nos levem a extinção e talvez destruam toda a vida na terra, muito antes do sol engolir nosso planeta são muito grandes. No início de 2015, pesquisadores da Swedish Global Challenges Foundation (Fundação Sueca para Desafios Globais), em colaboração com o University of Oxford’s Future of Humanity Institute (Instituto para o Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford), publicaram um relatório que abordava 12 (doze) riscos globais com “impactos infinitos” potenciais. Os autores definem estes impactos como “o fim da civilização humana ou mesmo da vida humana”, então, para todos os propósitos, podemos considerar estes cenários, apocalípticos. Entre estes riscos globais estão coisas como pandemia global, colapso ecológico, guerra nuclear, o impacto de grandes asteroides e mudanças climáticas. Os cálculos utilizados para prever estes eventos são complicados e dependem de muitas variáveis que impedem uma […]

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Apresentação

Saudações, amigos. Após um longo tempo de inatividade, fiz um pequeno esforço para retomar as atividades no blog e dei a mim mesmo um incentivo, registrando domínio e hospedando o site, de forma que espero, pelo menos durante 2016, manter uma certa regularidade de publicações. O site continuará versando prioritariamente sobre RPG, mas não se limitando a eles. Por que voltar? Em primeiro lugar porque me viciei nesse lance de escrever/traduzir e em segundo lugar porque ao ser questionado por um amigo recentemente sobre quais blogs ainda tratam de RPG no Brasil não consegui responder o questionamento imediatamente. Verdade seja dita, o número de RPGs em nosso idioma aumentou muito nos últimos anos, mas a quantidade de blogs que falam sobre o tema, diminuiu muito, embora eu não tenha notado uma diminuição na qualidade dos que ficaram. Alguns parecem ter mudado ligeiramente o foco, deixando o RPG de lado e falando mais sobre outros temas. Uma breve retrospectiva Em 2015 joguei muito pouco, fosse jogo de tabuleiro ou RPG, porém, menos ainda o segundo, embora me sinta feliz por ter influenciado a criação de pelo menos um grupo na cidade onde estou morando. Um dos jogos de tabuleiro que mais joguei foi o excelente Lords of Waterdeep, que rende muitas ideias para aventuras, diga-se de passagem. Já no campo dos jogos de console, minha maior e melhor aquisição foi o excelente The Witcher 3 para PS4, com uma história muito interessante […]

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