Murderous Ghosts

Neste final de semana fui apresentado a Murderous Ghosts, um livro jogo de RPG para duas pessoas que tem como premissa proporcionar uma experiência de terror intenso. Ainda não tive uma oportunidade de jogá-lo, mas pretendo fazê-lo muito em breve. O pacote contém dois livretos de 20 páginas cada, o do mestre de cerimônia (MC) e do jogador, estando disponível nas versões impressa (19 dólares para o Brasil) acompanhada dos arquivos em .pdf ou somente em .pdf por 5 dólares. Além dos livretos, os jogadores precisarão utilizar um baralho normal, sem os coringas, que determinarão o curso da ação e é claro, ter proficiência no idioma inglês – um pré-requisito ainda limitante. O jogador interpreta um explorador urbano preso nos pisos inferiores de uma fábrica mal assombrada que tenta desesperadamente escapar, enquanto o MC interpreta e cria os fantasmas e o ambiente no qual o personagem está inserido. As entradas dos livretos dizem o que o mestre e o jogador devem fazer, normalmente sendo descrever algo a partir de sua imaginação, fazer julgamentos sobre o que foi descrito. O jogador “ganha” [um termo não muito rpgístico] se conseguir escapar no final, mas parece que isso não é a principal preocupação do outro jogador. Perder é muito mais fácil, basta desistir de tentar escapar. Criar uma estória realmente vívida, capaz de assustá-los também é considerada uma forma de “ganhar o jogo“. D. Vincent Baker, criador do RPG Dogs in the Vineyard assina a autoria […]

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Dungeon World RPG

Sou do tipo que acredita que as perguntas feitas após uma apresentação são mais interessantes que a apresentação em si e dessa forma me senti extremamente motivado a escrever após o feedback do Paulo Segundo no artigo Dungeon World – Avaliando o Sistema e portanto vou responder suas perguntas na forma deste post por acreditar que eu vá ser prolixo em algumas respostas. Quais as raças/classes disponíveis no jogo? No Módulo Básico de Dungeon World [pago] estão disponíveis as classes: clérigo, guerreiro, ladrão e mago, mas existe um arquivo separado do paladino [usado em nossa mesa de teste], todos com progressão até o 5º nível. Na versão Hack, aquela que já comentei que é necessário conhecer o Apocalypse World, você tem, além das classes já citados, o bardo e o ranger, além de uma progressão até o 10º nível. Ele é muito diferente de D&D? Vamos pelas características que fazem o Dungeon World se parecer com o Dungeons & Dragons: Seis atributos clássicos; Mesmo sistema de bônus para os atributos; Classes; Raças; Sistema de fantasia medieval. Se alguém mais conhece o sistema, com certeza vai me ajudar se eu esqueci alguma coisa, mas na minha opinião, é isso e nada mais e essa diferença está justamente na estrutura do jogo. Cada um dos atributos está associado a um ou dois moves básicos [aqueles que todos os personagens possuem]: Força: Hack and Slash; Destreza: Volley e Defy Danger; Constituição: Defend e Making a Saving Throw; Inteligência: Spout Lore; Sabedoria: Discern Realities; Carisma: Parley. […]

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Ohmtar: Futuros Lançamentos para D&D 4E

Ik 17, Mês do Florescimento Ano 5971 do Calendário de AgrippaDo Códice dos Sete Mundos Publicado originalmente em: http://www.ohmtar.com.br/?p=804 Saudações, mestres, heróis, aventureiros e mercenários do Megaverso! Hoje gostaria de fazer um comentário oficial sobre os rumos do D&D e, porque não, do cenário de campanha de Ohmtar.O que inclui lançamentos impressos para o Ohmtar  *** Ohmtar: Guia do Cenário de Campanha  *** O Dungeons & Dragons e sua nova edição Dungeons & Dragons, o mais famoso jogo de RPG do mundo, é conhecido por atender a jogadores e mestres de diversos estilos e preferências, mudando ao longo dos anos para se adaptar às novas realidades. Várias edições se passaram, agradando e desagradando muitos dos jogadores. O cenário de campanha de Ohmtar foi desenvolvido para a 4ª edição do jogo Dungeons & Dragons com o objetivo de fornecer uma ambientação rica em conteúdo para os jogadores e mestres desta versão do sistema D&D, sabendo que a falta de material descritivo estava sendo sentida nas mesas de jogo e, além disso, criar um novo tipo de relacionamento – com a aproximação entre o autor do cenário e os grupos de jogo – até então inédito no mercado nacional. Mas a 4ª. edição do Dungeons & Dragons é, também, uma das mais polêmicas. Lançada em uma época em que existem incontáveis possibilidades de entretenimento mais atraentes para os novatos de RPG (que conhecem a sigla, normalmente, através de jogos de PC e videogames), […]

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Apocalypse Dungeon

Stoneheaven, bem como o grande reino no qual está inserida, sofre há seis anos com uma seca prolongada e nunca antes vista. A esperança voltou-se exclusivamente para a igreja que tenta apaziguar as aflições de seus seguidores. Alimentando-se a base de algumas raízes e uma espécie de cactos que ainda cresce na imensa região desertificada, os habitantes seguem suas vidas – ou quase vidas – da melhor maneira possível, mas algo está errado. Nenhuma seca anterior durou tanto tempo e antes que todos percam suas vidas, Assadar, líder da igreja local – agora com um número bem reduzido de servidores – busca ajuda ancestral pedindo a Wesley [personagem de Gabriel Anaya], clérigo local que junto com Adonis cuidam dos afazeres da igreja, que reúna um grupo capaz de ir até a floresta por trás das montanhas da solidão e encontrem, num antigo templo, um grande tesouro capaz de ajudá-los a superar esse período negro. De acordo com Assadar, há muitos anos um baú foi enterrado num antigo templo, e nele se encerra uma chance de ajudar todo o reino. Dentre os convocados estão Sparrow [personagem de Alexsandro Dantas], um guerreiro de moral flexível, Hadrian [personagem de Hemerson Bezerril], um paladino austero e Eldar [personagem de Álvaro Danilo], um guerreiro forte e determinado. Sparrow a princípio não concorda com a estória de buscar um grande tesouro, afinal, como ouro poderia ajudar a resolver o problema da seca, uma vez que todo o reino está acometido […]

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Dungeon World – Avaliando o sistema

Recentemente adquiri o RPG Dungeon World, atraído pela premissa de algo diferente do que se tem apresentado por aí em termos de fantasia medieval. Para início de conversa, Dungeon World não é um retroclone de OD&D e foi adaptado a partir das regras do RPG Apocalypse World. Na seção de downloads do Dungeon World o jogador pode baixar gratuitamente a versão Hack do jogo que exige familiaridade com o Apocalypse World – sem ele, nada feito – mas por US$ 5 é possível comprar a versão básica do jogo, com as regras, criação de personagens, etc., etc., embora o jogo ainda esteja em desenvolvimento – nessa versão básica, os personagens progridem apenas até o 5º nível. Após imprimir o livro, ler e reler convidei alguns amigos para experimentá-lo e embora não tenha registrado esse momento apropriadamente, reuniram-se em minha residência: Hemerson Bezerril, Gabriel Anaya, Alexsandro Dantas e Álvaro Danilo. A ficha dos personagens é dividida em três seções, onde na primeira temos: Nome: mas não esquente se você não for particularmente inspirado, uma lista de nomes são disponibilizados na ficha mesmo para que você não gaste horas pensando num nome que se adeque melhor ao jogo. Escolha um e passe para a próxima escolha; Aparência: olhos, cabelos, pele e tipo físico. As descrições variam de acordo com a classe, mas são ótimos indicativos de como seu personagem se parece. Para cada característica são fornecidas três opções. Circule as suas e passe adiante. Tendência: a tendência possui um aspecto importante no jogo. Interpretando-a de […]

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