Sessão 51 – Campanha D&D4E

Minha mudança se aproxima, e com isso, estamos tentando conseguir todo o tempo disponível para finalizar a campanha Portal de Baldur, que não atingirá o nível épico, mas com certeza terá passagens memoráveis. E deixar uma campanha memorável, sendo a primeira que os membros do meu grupo jogam de D&D 4E me deixa muito feliz. Marcaram presença na sessão o Alexsandro [draconato senhor da guerra], Álvaro [humano guerreiro/bárbaro], Hemerson [humano feiticeiro] e Aroldo [humano ladino]. Infelizmente o Leandro Nantes [eladrim bruxo] não pode comparecer. Os personagens seguem na tumba dos horrores e param diante de uma tumba sinistra, na qual o bruxo pressentiu magia. Ao abrir, ele se depara com sua arma, destruída por uma gárgula, mas ela brilha como uma tocha. Ao abrir completamente a tumba para remover seu malho, a criatura que se encontrava dentro da tumba se levanta, ameaçadoramente. Sua cabeça adornada com uma coroa de ouro que emanava uma luz negra. Diante deles um lich enfurecido que levantou-se e tentou atacar os invasores. A luta é relativamente rápida, principalmente devido aos ataques radiantes que a criatura leva do senhor da guerra, do feiticeiro e do guerreiro, o que impede que o lich consiga regenerar-se. A sorte nos dados faz com que eles consigam valores impressionantes nos dados de dano e nesta sessão, mesmo nas situações mais críticas, onde o feiticeiro necessitava de 19 no dado para acertar [duas rodadas seguidas], ele conseguiu lograr êxito nas duas jogadas. Após conseguirem derrotar […]

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Sessão 50 – Campanha D&D4E

E continua a saga do grupo Trampolim RPG pela terrível Tumba dos Horrores. Nesta sessão, que teve como característica início tarde e término cedo, os jogadores continuaram a se deparar com uma série de armadilhas mortais nos corredores da tumba, o que, pelo que percebi, os deixou um tanto quanto frustrados, e qual o motivo? Eles odeiam levar dano sem poder revidar. Porém, essa premissa das armadilhas, e a narração desta aventura – embora com algumas modificações para adequar-se a aventura do grupo – me abre os olhos para as possibilidades de integração. Ao contrário de muitas aventuras publicadas até o momento para a 4E, a maioria das salas da Tumba estão vazias, se levarmos em consideração a presença de criaturas, mas todas possuem algum tipo de desafio, seja uma armadilha, um quebra-cabeças que precisa ser resolvido para que se avance em outros direções ou mesmo criaturas. Um probleminha que eu vinha enfrentando, que era causar dano no eladrin bruxo do grupo, foi facilmente resolvido na tumba, com as inúmeras armadilhas mortais. Hoje a noite teremos mais uma sessão, na tentativa de adiantar a aventura para o seu desfecho, que marcará a minha despedida das terras potiguares.

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Dark Sun

Os Reis-Bruxos enviaram interceptadores, mas os membros da Aliança Velada da Amazon.com não dormiram no ponto e não me deixaram na mão. Na semana passada chegou o meu pacote com o Dark Sun Campaign Setting, Psionic Power e a aventura Marauders of the Dune Sea, um pacote realmente recheado. Quando comecei a jogar RPG, com o First Quest, fui apresentado a um mundo fantástico e o primeiro cenário que adquiri foi o Mystara, logo em seguida Forgotten Realms, do qual me tornei um verdadeiro fanboy, e naquela época, ainda sem acesso ao idioma inglês, só ouvia falar em murmúrios sobre outros cenários, como o Dark Sun por exemplo. Nunca tive a curiosidade de jogar em Dark Sun, embora tenha ajudado na tradução de algumas criaturas do projeto Dark Sun Brasil, assim como de um capítulo do livro do jogador SRD. A experiência foi fantástica e no projeto Dark Sun Brasil comecei a fazer minhas primeiras traduções! Tudo culpa dos Reis-Bruxos. Com o advento do D&D 4E no entanto, e com especulações sobre os cenários, fiquei feliz com o lançamento de Forgotten Realms, indiferente com Eberron e muito empolgado por Dark Sun, pois eu sabia que de alguma forma, este cenário abalaria as estruturas! E foi o que ele fez. Esqueça o Vale Nentir, Bael Turath e o que seja, o cenário básico de D&D 4E era para ser Dark Sun. Eles são como a mão e a luva, casam perfeitamente, foram feitos […]

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Contos das Noites Árabes

Na noite da quinta passada, 11.11.2010, marcamos para jogar o Castle Ravenloft e quando fui pegar o Tendson em sua casa pedi que ele levasse um de seus jogos mais novos, o Tales of the Arabian Nights para que nos mostrasse! O que me impressionou neste jogo, além de uma caixa muito bonita e muito pesada, foi o fato dele ser um jogo de tabuleiro narrativo! Como avançamos muito no horário de Castle Ravenloft, deixamos o Tales para outra ocasião, e esta surgiu antes do que eu imaginava. Neste feriado, enquanto procurava alguma coisa pela net, falei com o Tendson e ele me disse que o Gabriel Anaya e sua esposa, a Katia haviam combinado no sábado, durante o 13º Trampolim no Bob’s, que queriam jogar o Tales neste feriado! Imediatamente me programei com a minha patroa e ficou decidido que também participaríamos da sessão de aprendizado deste jogo, mas logo fiquei com um pouco de receio pela minha digníssima, que não manja muito da língua inglesa e ainda por cima não curte muito jogos de interpretação. Chegamos à casa do Tendson antes do casal Gabriel e Katia e fui pedindo para que o Tendson explicasse as regras do jogo, muito simples por sinal, mas que funcionam, de certa forma, como uma aventura solo – lembram-se delas? O jogo é relativamente simples, no início do jogo, cada jogador escolhe secretamente uma combinação de 20 pontos para escolher entre Destino e […]

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Castelo Ravenloft – Reporte

Na última quinta-feira, dia 11.11.2010, nos reunimos aqui em casa para conhecermos o Castle Ravenloft Boardgame, aquisição do Leandro Nantes e que despertou grande curiosidade minha! O time reunido foi composto por mim, Tendson, Alexsandro (Aranha), Álvaro e é claro, o Leandro Nantes. A partida começou um pouco tarde, já passava das 20h quando nos sentamos à mesa para preparar o setup e enquanto as peças eram colocadas na mesa o Leandro ia explicando a mecânica do jogo, que foi facilmente assimilada por ter algumas similaridades com a 4ª edição de D&D. Após algumas jogadas para determinar qual seria a aventura que jogaríamos, decidimos pela aventura 5, que consistia em levar um aldeão, mordido por Strahd e que estava em processo de transformação, para dentro do Castelo Ravenloft e banhá-lo na fonte negra, de forma que ele pudesse se ver livre da maldição. O jogo a princípio parece simples, mas tem algumas complicações interessantes que deixam-no tenso, do início ao fim e quanto mais próximo do fim o jogo fica, mais criaturas aparecem e menores são as chances de sobrevivência. Os conceitos básicos de D&D estão lá, é um jogo de exploração de masmorras, com tensão crescente e o medo correndo nas veias dos jogadores. Acima de tudo é um jogo cooperativo. O grupo tem 2 pulsos de cura que são usados quando um personagem cai. Quando os dois pulsos de cura se forem e um personagem cair e não […]

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Diário de Galadryan II – Entrada 01

Após os eventos que me fizeram juntar-se ao grupo de mercenários, afinal não consigo imaginar outra palavra que melhor se aplique a este grupo singular, aluguei a antiga casa de meus pais, agora vazia, para que se transformasse no quartel general de nossas atividades. Infelizmente não consegui manter os empregados, pois acreditavam ver e ouvir coisas na casa, segundo eles, os fantasmas de meus pais! Bobagem. Mas acredito que eles tenham sido suficientemente críveis a ponto de assustar meus inquilinos, que agora dizem ouvir e ver determinados fenômenos, os quais nunca presenciei. Provavelmente querem um desconto no aluguel, mas não serei flexível com eles! Hoje pela manhã um rapazola chamado Max veio a nossa porta enviado pelo halfling “negociante”, e freqüentemente nosso empregador, chamado Loonie “Four-Fingers”. Ele nos disse que o halfling queria nos ver, pois tinha um serviço para nós. Fomos todos encontrá-lo, eu, o minotauro Akali, a elfa Sofiel, os warforgeds Clamor e Watcher e a kalashtar Lakashtari. Chegamos ao “escritório” do halfling e percebi que haviam dois hobgoblins do lado de fora fazendo a segurança, havia alguma coisa ali e nós já estávamos esperando que tipo de proposta o bendito halfling teria e para minha surpresa ele pareceu extremamente feliz em nos ver, o que me deixou ainda mais apreensivo – aquilo estava me cheirando a coisa grande, importante e muito perigosa. Fiquei calado por um tempo, esperando que os demais se manifestassem, principalmente Sofiel, com quem ele tem uma relação mais próxima, […]

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