Diário de Galadryan II – Entrada 01

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Após os eventos que me fizeram juntar-se ao grupo de mercenários, afinal não consigo imaginar outra palavra que melhor se aplique a este grupo singular, aluguei a antiga casa de meus pais, agora vazia, para que se transformasse no quartel general de nossas atividades.

Infelizmente não consegui manter os empregados, pois acreditavam ver e ouvir coisas na casa, segundo eles, os fantasmas de meus pais! Bobagem. Mas acredito que eles tenham sido suficientemente críveis a ponto de assustar meus inquilinos, que agora dizem ouvir e ver determinados fenômenos, os quais nunca presenciei. Provavelmente querem um desconto no aluguel, mas não serei flexível com eles!

Hoje pela manhã um rapazola chamado Max veio a nossa porta enviado pelo halfling “negociante”, e freqüentemente nosso empregador, chamado Loonie “Four-Fingers”. Ele nos disse que o halfling queria nos ver, pois tinha um serviço para nós.

Fomos todos encontrá-lo, eu, o minotauro Akali, a elfa Sofiel, os warforgeds Clamor e Watcher e a kalashtar Lakashtari.

Chegamos ao “escritório” do halfling e percebi que haviam dois hobgoblins do lado de fora fazendo a segurança, havia alguma coisa ali e nós já estávamos esperando que tipo de proposta o bendito halfling teria e para minha surpresa ele pareceu extremamente feliz em nos ver, o que me deixou ainda mais apreensivo – aquilo estava me cheirando a coisa grande, importante e muito perigosa.

Fiquei calado por um tempo, esperando que os demais se manifestassem, principalmente Sofiel, com quem ele tem uma relação mais próxima, embora não se pareça, nem de longe uma relação de amizade, como a que desenvolvi com Kalandra.

Ele falou de algo que me interessou imensamente, um grupo estava trazendo para uma universidade de Shar uma dragonshard e um artefato que tem a propriedade de contatar os mortos e aquela era uma oportunidade que eu realmente não podia perder. O serviço seria simples, fazer a segurança da pedra e do artefato na universidade, mas permitir que uma pessoa tivesse acesso aos dois. Foi quando ele nos apresentou Lady Kilza Nighteye, uma elfa que escrevera vários artigos sobre a vida após a morte na universidade de Sharn. Era ela que deveríamos permitir entrar e seria ela que, através de um ritual, usaria a dragonshard e o artefato, em conjunto.

Os itens, juntos, seriam capazes de contatar os mortos e essa foi toda a informação que eu precisei para poder aceitar o serviço, independente dos meus companheiros aceitarem ou não.

A compensação financeira seria boa, ela ofereceu 100 moedas de ouro para cada, para que a deixássemos entrar na sala, e Loonie ofereceu 30 moedas de ouro para cada pelo serviço de guarda, que graças a Lakashtari, foi pago antecipadamente, embora a contragosto de Loonie, que preferia ter pago depois do serviço e assustou-se com o montante oferecido a nós pela elfa, sugerindo que ele não fizera um bom negócio com ela.

Uma pena! Para ele!

Eu vi naquela situação uma excelente oportunidade. Observaria a Lady Nighteye usando o artefato e se alguma coisa desse errado, quem sabe, eu não poderia terminar a noite com uma peça importante do quebra-cabeça que preciso montar para ter de volta minha amada e filho.

O universo conspira a meu favor! Eu não vou deixar passar essa oportunidade.

3 comentários

  1. Não tô acostumado com os jogadores fazendo resumos da aventura, facilita pra caramba minha vida! =)O bacana é que como você escreve como diário, com sua visão pessoal, dá pra notar as expectativas do personagem (e do jogador) quanto aos assuntos tratados!Muita massa!

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