Conhecendo o RPG

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Na semana passada, na instituição que trabalho, houve um evento científico e em um local reservado haviam diversas mesas abarrotadas de livros. Livros muito bonitos por sinal, muitos deles em inglês e ao passar me vi cativado pelas imagens e capas fantásticas dos livros e me aproximei.

Havia um grupo de pessoas sentadas ao redor da mesa e como quem não quer nada me aproximei, na tentativa de entender o que aquela exposição significava, ou se aqueles livros todos estavam a venda. Confesso que fiquei um pouco confuso quando me aproximei deles e os ouvi falar sobre vampiros, guerreiros, fantasmas e coisas completamente alheias ao meu dia a dia. Mas eu estava realmente curioso e lhes perguntei o que era aquilo, que livros eram aqueles. Estava realmente curioso.

Um deles levantou-se rapidamente e veio me explicar, dizendo que aqueles livros eram vários RPGs, que resumidamente era um jogo de interpretação de papeis ou algo assim, no qual os jogadores interpretam personagens ficcionais tentando sobrepujar desafios normalmente imposto por um dos jogadores que é denominado mestre do jogo.

A quantidade de livros que estavam ali apresentados me deixou perplexo… eram tão bonitos e exploravam tantas temáticas diferentes que eu pensei “preciso tentar jogar este jogo” e o rapaz que me explicou me mostrou um grupo reunido na grama jogando o tal do RPG.

Sentei-me no banquinho e fiquei ali, ouvindo a história de alguns magos enfrentando grandes perigos para libertar um de seus amigos aprisionados por uma ordem de magos tecnológicos.

Voltei até a mesa com os vários livros, perguntei onde eu poderia comprar aqueles livros e principalmente, onde eu poderia aprender a jogar e eles me falaram que existem eventos quinzenais aqui em Natal onde as pessoas jogam RPG… já tenho programação para o próximo fim de semana.

3 comentários

  1. Parabéns a esta pessoa que levantou-se e explicou do que se tratava o hobby com simpatia suficiente e argumentação concisa, para despertar o interesse deste futuro jogador.Como diz o Eduardo Caetano: “Na maioria das vezes os culpados somos nós…”Parabéns e seja bem vindo ao hobby! 🙂

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  2. realmente o numero de titulos, incluindo varios que não são mais encontrados em canto nenhum, trouxeram uma beleza ao evento. bom trabalho a todos os envolvidos.

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