Terça-feira lúdica – 27/01/2009

Nesta terça-feira reunimo-nos em minha torre para jogar Amun-Re e Dominion. Dominion é um joguinho que já foi muito falado por aqui e que dispensa comentários e ficou para o final da noite. O Amun-Re é um jogo que já conheciámos a vários anos, principalmente jogando a sua versão online no SpielByWeb, na qual Alexsandro conseguiu alcançar uma boa colocação no ranking. Em Amun-Re os jogadores representam faraós que escolhem, através de um sistema de leilões as suas províncias, que podem lhes dar benefícios, dinheiro, mas que servem principalmente para a construção das magníficas pirâmides, que é o que realmente lhes concedem pontos de vitória em larga escala. Além de tudo isso, os jogadores precisam sacrificar dinheiro a Amun-Re, de forma que ele interfira no Nilo e conceda aos jogadores benefícios na colheita (muito dinheiro no bolso). Alguns jogadores (eu inclusive), se perderam no objetivo do jogo, que é justamente construir mais pirâmides, o que garantiu uma vitória fácil ao já calejado Alexsandro. Numa partida demorada de Amun-Re o placar final ficou assim: Alexsandro 46 Tendson 40Paula 34Franciolli e Hemerson 32 Em Dominion, a despeito de todas as reclamações, consegui trocar todas as cartas, fazendo um jogo completamente diferente, tivemos o seguinte placar final: Hemerson 34 Franciolli 30Paula 29Alexsandro 28 Agora vamos esperar a próxima jogatina lúdica noturna na Torre do Mago.

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Dominion no BrettSpielWelt

Eu estava afastado a um bom tempo do portal BrettSpielWelt, mas quando procurando informações sobre o jogo Dominion, descobri que este maravilhoso jogo já faz parte da lista de jogos que é possível jogar pelo portal. A interface mostra na parte superior as moedas utilizadas para comprar os reinos e aqueles que farão parte de seu reino (moedas), os reinos (cartas verdes com brasões), a maldição (trazida pela bruxa) e abaixo as cartas dos artesãos, festas, etc., que fazem parte de seu reino e contribuirão para o jogador atingir o grande objetivo: tornar o seu reino maior do que o de seus adversários. Existem vários setups de jogo, desde o tradicional até aquele onde os jogadores escolhem as cartas que querem jogar, o que aumenta bastante a emoção desse jogo. Quando se passa o mouse sobre as cartas, é exibido um resumo dos poderes da carta (igualzinho ao tabuleiro). As partidas variam do rápido, quando as cartas escolhidas tem valores baixos, ao demorado, quando os valores das cartas são maiores e você demora mais a juntar os recursos necessários para as aquisições. Minha partida mais longa até agora foi de 26 minutos e a mais rápida 15 minutos e neste momento, com cinco partidas disputadas ganhei 1 e perdi as outras três. Eu e Takeshi já nos encontramos por lá em três jogos e estamos empatados em vitórias, tendo, a terceira partida, perdido os dois para um espanhol. A julgar […]

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Quarta-feira lúdica – 21/01/2009

Por volta das 19 h apareceu lá em casa o cumpadre Aranha, viciado em jogos, querendo saber se iríamos jogar nesta noite. Como combinado com o Tendson e o Hemerson previamente, teríamos dois jogos para quatro pessoas: Neuroshina Hex e o Dominion. Liguei pro Tendson na esperança que ele estivesse em casa para que levasse um jogo para cinco, uma vez que a minha, ainda não citada esposa, também iria participar. O jogo sugerido e aceito foi o Princes of Florence, que falarei mais no futuro. Quando nos reunimos, as atenções se voltaram imediatamente para o Neuroshina, que nem o Hemerson, eu ou Paula havíamos jogado ainda e furtivamente o tabuleiro e as peças foram sendo arrumadas na mesa. Eu deixei que Paula ficasse a mesa com os demais enquanto eu observava o jogo. Percebi que se trata de um jogo extremamente estratégico com o elemento sorte atuando apenas na puxada dos hexágonos que representam as unidades de combate das facções e ações especiais. Aranha e Tendson sentaram em lados diametralmente opostos, mesma situação de Paula e Hemerson e por convenoência, os times foram formados. O primeiro grupo já havia jogado antes, deixando a segunda dupla em franca desvantagem e o pior era que as jogadas dos veteranos era as que mais demoravam. Paula logo ficou aborrecida com a lentidão do jogo e eu assumi e, embora mais paciente, também fui tomado pelo tédio. A dupla veterana conseguiu nos vencer […]

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Open Grave – Secrets of the Undead

No último dia 20 de janeiro foi lançado o livro Open Grave – Secrets of the Undeads, um livro da quarta edição do D&D focado nos fantásticos mortos-vivos. Aqui são exploradas as origens, as táticas, mitos e lar das criaturas mortas-vivas. O livro apresenta também encontros e ganchos para campanhas, além de novas ameças, incluindo novas variedades de ghouls, esqueletos, vampiros, wraiths e zumbis. Também são apresentados novos tipos de mortos-vivos e contempla as estatísticas de mortos-vivos únicos como Acererak e o poderoso consagrado Vecna. Nos próximos dias estarei fazendo um review deste livro.

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Quinta Lúdica – 15/01/2009

Temporariamente impossibilitado de participar dos domingos lúdicos, tenho que contentar-me com algum dia da semana para jogar algum jogo de tabuleiro, ou me dispor a jogar sozinho o Arkham Horror (jogo que minha esposa odeia). Nesta quinta-feira nos reunimos aqui em casa eu, Paula, Tendson e Hemerson para estrear o Ghost Stories e o Dominion. Ghost Stories é um jogo cooperativo em que cada jogador tenta destruir o espírito de Wu-Feng, um lorde infernal e sua legião de fantasmas antes que eles assombrem a vila e recupere suas cinzas que permitirão que ele retorne a vida. Cada jogador representa um monge taoísta caçador de espíritos que lutam para repelir uma horda de espíritos e outras criaturas inspiradas na mitologia oriental.Dominion é um card game lançado em 2008 e que já desbancou muitos jogos bons, ocupando atualmento o sexto lugar no ranking do portal Board Game Geek. Neste jogo você representa um monarca, que ao contrário de seus antepassados, tem ambições e sonha em expandir o seu reinado, trazendo pessoas para seu reino e expandindo-o. O problema é que os outros monarcas tiveram a mesma idéia e num sistema interessante de utilização de cartas, divididos em três fases: Ação, Compra e Limpeza, você terá que correr para expandir seu reino. O jogo tem aproximadamente 500 cartas, a partir da qual constroem-se decks, dando ao jogo uma grande variabilidade. Perdemos feio em Ghost Stories, um jogo considerado (não sei se por todos), […]

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Domingo Lúdico – 04/01/2009

Saudações amigos. Ontem, dia 04/01/2009, tivemos na casa do Tendson o primeiro Domingo Lúdico de 2009 e embora várias pessoas tenham se reunido no QG do Trampolim da Aventura, vou relatar brevemente os acontecimentos das mesas que participei, pois o Tendson fornecerá detalhes muito mais precisos da outra mesa que rolou. Cheguei com o Hemerson por volta das 13:40 h e já estavam no QG o Tendson, Takeshi e o Marciel com o Antike e o Puerto Rico armados. Apenas o Tendson queria recordar Puerto Rico, todos os demais queriam jogar Antike, jogo de controle de área publicado pela Rio Grande Games, e que não jogávamos a mais de um ano e meio. Antike é um jogo para 2 a 6 jogadores, que interpretam uma das seguintes civilizações: Gregos, Romanos, Tribos Germânicas, Fenícios, Cartagineses, Persas, Árabes, Egípcios ou Babilônios. O tabuleiro é um mapa representando as regiões européia, uma parte da africana e uma parte da asiática e está dividido em diversas regiões que produzem, cada uma, uma das seguintes matérias-primas: ouro, ferro ou mármore. Os jogadores começam com três regiões indicadas no cartão da civilização escolhida, cada uma delas produzindo um tipo de matéria-prima e ao longo do jogo conquistam regiões próximas, aumentando os seus domínios, possibilitando também a aquisição de mais recursos. O objetivo do jogo, no nosso caso com 6 jogadores, era conseguir trazer 7 personalidades para os nossos impérios, representados por reis (adquiridos ao controlar cinco […]

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Última jogatina 2008 & Primeira jogatina 2009

Como falei anteriormente, fizemos o último domingo lúdico de 2008, mas ainda teríamos uma jogatina antes do final do ano e o local escolhido foi a casa de praia dos pais do Tendson, que fica em Zumbi-RN, de frente para um imenso parque eólico – cenário perfeito para uma partida de Power Grid, pena que não pensamos nisso antes. Fomos eu, Paula (minha esposa), Hemerson, Adriana (esposa do Hemerson), Ana Alice (filha do casal Hemerson & Adriana) e o Tendson (filho dos donos da casa e colecionador dos jogos – ele não poderia faltar). O apelo litorâneo era grande demais e não jogamos metade dos jogos que foram levados, mas o importante é jogar com qualidade e não em quantidade. Despedimo-nos de 2008 com duas partidas de jogos simples: Vikings e Nottingham. Em Vikings, cada jogador é líder de um bando viking. A missão é observar e então assentar colônias nas ilhas longe de sua terra natal. A medida que os vikings descobrem o tamanho e formato das ilhas, os bandos iniciam o controle da maior parte possível das ilhas. Os bandos constrem cercados e igrejas e convidam ourives, batedores, pescadores e nobres para assentarem-se em suas ilhas com o objetivo de obter o assentamento mais lucrativo. Guerreiros também são necessários, uma vez que as novas ilhas atraem a atenção de navios que vem para saqueá-las e pilha-lhas. Na colonização, o melhor resultado foi obtido por Tendson, seguido por Hemerson, […]

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